
“Abro mão”
O sonho acabou sem que alguém notasse.
E a cortina trouxe o desfecho da historia.
Apagaram-se as luzes no meio do ato.
De sólido, no palco, só ficou a memória.
Nossa essência esvaiu-se sob a luz difusa.
Escorreu pelos dedos como fina areia.
Minha alma se expôs, onde agora se esvai.
Inexorável silêncio, de repente permeia.
Viverei de lembrar o que poderia ter sido
Emoldurei os momentos intensos vividos.
Do amor as primícias, que vou guardar.
Desse amor que furou as barreiras do tempo.
Abro mão, respeitando o estranho intento.
Só não posso e não vou, abrir mão de te amar.
O sonho acabou sem que alguém notasse.
E a cortina trouxe o desfecho da historia.
Apagaram-se as luzes no meio do ato.
De sólido, no palco, só ficou a memória.
Nossa essência esvaiu-se sob a luz difusa.
Escorreu pelos dedos como fina areia.
Minha alma se expôs, onde agora se esvai.
Inexorável silêncio, de repente permeia.
Viverei de lembrar o que poderia ter sido
Emoldurei os momentos intensos vividos.
Do amor as primícias, que vou guardar.
Desse amor que furou as barreiras do tempo.
Abro mão, respeitando o estranho intento.
Só não posso e não vou, abrir mão de te amar.
Maio/ 2008
Um comentário:
Abra mão de tudo,das conversas, dos momentos,da companhia...Só não abra mão, NUNCA...de amar...porque amores assim,são como o perfume sem igual da rosa mais rara,amor que o tempo não apaga,a saudade só faz crescer,amor assim...é um acontecimento!
bj poetisa.
Nathalle
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