
“Avesso de mim”
Nem mesmo a assustadora simetria
De quando caem os sonhos,
Um a um assim, cadenciados.
Nem mesmo a metafísica
Incompreensível e inaceitável
Que desnorteia horizontes
Que anoitece minhas madrugadas.
E em solo, a performance do ato
Acontece à minha revelia.
São só paisagens mortas
Às margens de sonhos subvertidos.
Talvez me leve às lagrimas.
Perolas que se perdem
Quando escorrem pelo rosto.
Mas não me adiam.
Porque sou terra calcinada
Beijada pelo sol da manhã.
E o sonho...
Página virada de livro que não li.
Desfecho de filme que não vi.
Versos que não escrevi...
E me vejo aqui.
Delineando minhas vontades.
Meu retrato (re) desenhando.
Ainda assim aconteço.
Apesar de...
23 junho 2008
Nem mesmo a assustadora simetria
De quando caem os sonhos,
Um a um assim, cadenciados.
Nem mesmo a metafísica
Incompreensível e inaceitável
Que desnorteia horizontes
Que anoitece minhas madrugadas.
E em solo, a performance do ato
Acontece à minha revelia.
São só paisagens mortas
Às margens de sonhos subvertidos.
Talvez me leve às lagrimas.
Perolas que se perdem
Quando escorrem pelo rosto.
Mas não me adiam.
Porque sou terra calcinada
Beijada pelo sol da manhã.
E o sonho...
Página virada de livro que não li.
Desfecho de filme que não vi.
Versos que não escrevi...
E me vejo aqui.
Delineando minhas vontades.
Meu retrato (re) desenhando.
Ainda assim aconteço.
Apesar de...
23 junho 2008

















