
“Espera”
Os sonhos prendem-se em suaves teias
Alma solta, que respira e exala desejos.
O pensamento é pássaro que voa livre
E se perde no labirinto dos teus beijos
Formas avulsas dançam na noite
Sufoca o medo, inquietante cismar.
A brisa leve, desarrumando o decote.
Arrepiando a pele, roubando o ar.
Não demora e ele, abrirá a porta.
Sua luz intensa engolirá a escuridão
Devastando e afugentando a solidão
Nesse instante nada mais importa.
A imagem sob a lua não será miragem
E o calor do hálito, há de ser doce aragem.
19 junho 2008
Os sonhos prendem-se em suaves teias
Alma solta, que respira e exala desejos.
O pensamento é pássaro que voa livre
E se perde no labirinto dos teus beijos
Formas avulsas dançam na noite
Sufoca o medo, inquietante cismar.
A brisa leve, desarrumando o decote.
Arrepiando a pele, roubando o ar.
Não demora e ele, abrirá a porta.
Sua luz intensa engolirá a escuridão
Devastando e afugentando a solidão
Nesse instante nada mais importa.
A imagem sob a lua não será miragem
E o calor do hálito, há de ser doce aragem.
19 junho 2008
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