“ Aparente liberdade”
A ampulheta da vida, vazia de areia.
Em vã consumição vejo agora estagnada.
Regurgito os verbos que a mente permeia
Regurgito os verbos que a mente permeia
Coração algemado, alma escravizada.
Em nome do amor egoísta, quantos grilhões.
O sonho de liberdade vai tolhendo sutilmente
Gentis palavras e gestos, verdadeiros vilões.
Nosso próximo passo restringindo sutilmente
Com o sentir limitado, a alma entrelaçada.
Por aparentes, inúteis, migalhas de cuidado.
Os afetos se confundem na voz emaranhada
Que o peito reconhece como o sentir negado
E do apinhado de entulho, o verso quer escapar.
Contorcendo-se na agonia, de livremente brotar...
Glória Salles

5 comentários:
É incrível como consigo me ver nas palavras que escreves... Fico maravilhada com tua sensibilidade!!
Amei demais... Já tive épocas que escrevia tudo que sentia, hoje só me condiciono a sentir... e sentir de corpo e alma... TUDO!!
Bjão amei cada palavrinha do teu blog querida!!
Bjos em teu coração!
Minha amada amiga Lucinha tudo que você faz e escreve é muito lindo porque é feito com amor...Beijos amada, seu blog está muito lindo...eu te admiro muito...
A palavra é um poderoso soberano que, com um pequenino e invisível corpo, realiza empresa absolutamente divina. [...] As sugestões inspiradas mediante a palavra produzem o prazer e expulsam a dor. A força da sugestão, apoderando-se da vontade da alma, a domina, a convence e a transforma como por fascinação.
Parabéns, amiga, Poetisa Lucinha Araujo. DTM
Ando por ai querendo te encontrar,
em cada esquina,paro em cada olhar,
deixo a tristeza,e trago a esperança em teu lugar...
Que o nosso amor pra sempre viva,minha Dadiva,quero poder jurar que o nosso amor já mais será...Palavras,apenas palavras.
Te amo Madrinha
Lucinha, querida,
Quanta coisa linda, quanta sensibilidade e talento. Vc. como ninguém retrata tão bem os sentimentos.
Deus te abençoe sempre, bom findi,
Beijão
Postar um comentário