e evidente desejo
Meu vestido, você rasga,
Bem como minha lucidez.
Mãos ágeis transpõem os limites da seda.
Que oscilante escorrega.
Desvendando lúbricos segredos.
Dedos mágicos brincam e
tatuam minha pele.
Aniquilam minha resistência
Dissipam meus medos.
E (re) decoram minha anatomia.
Cumplicidade que me dá asas...
Etérea
Meu vestido, você rasga,
Bem como minha lucidez.
Mãos ágeis transpõem os limites da seda.
Que oscilante escorrega.
Desvendando lúbricos segredos.
Dedos mágicos brincam e
tatuam minha pele.
Aniquilam minha resistência
Dissipam meus medos.
E (re) decoram minha anatomia.
Cumplicidade que me dá asas...
Etérea
teço teias, onde você se enrosca.
E oscilando
entre mostrar e esconder
Lascivo,
E oscilando
entre mostrar e esconder
Lascivo,
o corpo consente a inevitável
entrega.
Ignorando meus argumentos...
E o vestido esquecido, ouve
minha resposta...
Não, sim,
não...
Sim!
entrega.
Ignorando meus argumentos...
E o vestido esquecido, ouve
minha resposta...
Não, sim,
não...
Sim!
Escrito em
07/08/2005

2 comentários:
BOM DIA AMADA AMIGA...CONTINUE ASSIM ILUMINADA...BEIJOS
Que sensualidade! E de uma forma inteligente, sem apelação em versos
quentes, transbordando de luxúria. Quem os lê se sente com que participando do poema.
Parabéns entusiamados do amigo pelo
belo e inteligente uso das palavras
Beijos
Pedro Paulo Gama
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