Irônica (mente) - Soneto
É assim nosso amor, razão não regida
É assim nosso amor, razão não regida
Tem jeito moleque, malicia latejante
Inconseqüente, lascivo, sensatez fugida
Envolve-me em teus véus, facilmente
Brinca com meu corpo, fantasia desejos
Envolve-me em teus véus, facilmente
Brinca com meu corpo, fantasia desejos
Provoca-me em toques, entorpece a razão
Devasta os sentidos, ao colher meus beijos
Aromatiza e lambuza, com vasta imaginação
Rabisca meu sorriso em um poema sem rima
Volúpia latente turva-me a consciência
Quando se derrama em mim, doce demência
Verseja enquanto me ama e me fascina...
Não posso afirmar, se fala enganosamente
Só sei que vou, consentindo, irônica (mente).
17 setembro 2008
Devasta os sentidos, ao colher meus beijos
Aromatiza e lambuza, com vasta imaginação
Rabisca meu sorriso em um poema sem rima
Volúpia latente turva-me a consciência
Quando se derrama em mim, doce demência
Verseja enquanto me ama e me fascina...
Não posso afirmar, se fala enganosamente
Só sei que vou, consentindo, irônica (mente).
17 setembro 2008
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