
“Aos meus avós...”
Hoje viajei nas horas, nos minutos, na vida
Nos meus sonhos, sempre uma linha de trem
Lembro da ansiedade, e da alegria sentida
Ao parar na estação, olhar o velhinho que vem
Ainda de madrugada, o céu já cor de laranja
Sem os sons da avenida, sentia do verde o cheiro
A aventura de chegar, provar o sabor da canja
Não sem antes beijar, a velhinha de olhar trigueiro
Ele mostrava a horta, ela a fornada de pão
Dele os olhos tão azuis, que pareciam de vidro
Dela parece que vejo mesma estampa os vestidos
Nunca se separaram, ligados alma e coração
E esse amor verdadeiro, foi para nós ensinado
E das lembranças deixadas, esse é o maior legado
Glória Salles
21 outubro 2008
20h59min
Hoje viajei nas horas, nos minutos, na vida
Nos meus sonhos, sempre uma linha de trem
Lembro da ansiedade, e da alegria sentida
Ao parar na estação, olhar o velhinho que vem
Ainda de madrugada, o céu já cor de laranja
Sem os sons da avenida, sentia do verde o cheiro
A aventura de chegar, provar o sabor da canja
Não sem antes beijar, a velhinha de olhar trigueiro
Ele mostrava a horta, ela a fornada de pão
Dele os olhos tão azuis, que pareciam de vidro
Dela parece que vejo mesma estampa os vestidos
Nunca se separaram, ligados alma e coração
E esse amor verdadeiro, foi para nós ensinado
E das lembranças deixadas, esse é o maior legado
Glória Salles
21 outubro 2008
20h59min
2 comentários:
Linda homenagem aos teus Avós. Mesmo em hora angustiada, recordas o passado com uma dignidade exemplar!
Por isso e por tudo que a Vida nos oferece, estamos em sintonia espiritual, emocionando-me cada vez que te leio e que mais te compreendo.
O amor é isto e não apenas físico.
Beijões meu amor
Que gostoso esse mundo da poesia e de grandes talentos, como o teu, querida Gloria....
Lindíssimo!!!!
Meu carinho sincero e cheio de saudades...
Rose Felliciano.
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