
“Sempre haverá luz”
Visualizando universo fantástico
Transformei em versos num lampejo
Cada linha dessa vida adiada
Onde as minhas urgências, despejo.
E sigo transitando oscilante
Adentrando esse imenso labirinto
Assumindo todos os contrastes
E fico... Mesmo que partindo.
Trago do beijo de ontem o sabor
Que lamenta o existido e me devora.
Marchando nas avenidas do tempo
De sangrar saudade a alma chora.
Mas a obscuridade torpe não é tudo
Há promessa neste céu que ora reluz
E o sol, renovando compromissos.
A cada poente, eterniza intensa luz...
14 junho 2008
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