
“Alma que voa”
Minha alma pra longe de mim, voa
Nesse tão estranho sentir...
No meu silêncio, esse ruído ressoa
Tira minha paz, faz-me fremir...
Não encontra a essência dos versos
Nas linhas, nas frestas, nas sendas
Quer encontrar do rumo o reverso
Eco dos passos que não desvenda
Aquilo que ficou retido na memória
O dilúvio de incerteza, vil, banal
Se fez seca, que invadiu meu quintal
Transformou o velho peito em pura escória
Mas o tempo, faz altares colossais e prepotentes
Hoje humildes, implorarem seus poentes.
Glória Salles
07 novembro 2008
21h09min
Nesse tão estranho sentir...
No meu silêncio, esse ruído ressoa
Tira minha paz, faz-me fremir...
Não encontra a essência dos versos
Nas linhas, nas frestas, nas sendas
Quer encontrar do rumo o reverso
Eco dos passos que não desvenda
Aquilo que ficou retido na memória
O dilúvio de incerteza, vil, banal
Se fez seca, que invadiu meu quintal
Transformou o velho peito em pura escória
Mas o tempo, faz altares colossais e prepotentes
Hoje humildes, implorarem seus poentes.
Glória Salles
07 novembro 2008
21h09min
Um comentário:
Essa tua poesia foi diferente, bem escrita e bela como sempre. Mas, o que vejo nas suas perdas, é que vc divide os ganhos com seus leitores, aí ganha e perde novamente, compartilhando seus ganhos conosco e preenchendo nossos imaginários.
Beijos, Elisa.
Postar um comentário