
“Renascimento”
Ninguém pode ouvir meu grito
E do vazio dos meus olhos rolam
Densas lágrimas, choro sentido.
Que o Saara do meu peito orvalham
Vagueio entre passado e presente
Caminho nas areias da nossa historia
Engano a solidão que parece ausente
Quando te trago do fundo da memória
O Vento traz tua voz ao ouvido.
A lembrança me trai, e penso em nós.
Renovando a esperança perdida de mim
Renasce então o velho desejo incontido
Revivendo nossos momentos a sós.
Vejo-me no teu abraço terno e sem fim