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domingo, 31 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
"Quqndo chove..."
"Quando chove..."
A chuva instiga todas as lembranças
Alargam-se as lacunas na memória
Saudades ocultas, arrastadas, tantas
Contorcem-se num vendaval agora
.
Gavetas hiantes num deslize do tempo
Devassam desejos, antes esquecidos
E por sobre a lassidão do pensamento
Pairam sentimentos adormecidos
.
Relâmpagos chicoteiam a mente
salgadas gotas inundam a boca
nos olhos, um vermelho quente
a alma a debater-se feito louca
.
Trovões com estrondosas vozes
despertam um passado dormente
libertam as vontades mais ferozes
de um peito que andava descrente
.
Glória Salles & Lena Ferreira
Alargam-se as lacunas na memória
Saudades ocultas, arrastadas, tantas
Contorcem-se num vendaval agora
.
Gavetas hiantes num deslize do tempo
Devassam desejos, antes esquecidos
E por sobre a lassidão do pensamento
Pairam sentimentos adormecidos
.
Relâmpagos chicoteiam a mente
salgadas gotas inundam a boca
nos olhos, um vermelho quente
a alma a debater-se feito louca
.
Trovões com estrondosas vozes
despertam um passado dormente
libertam as vontades mais ferozes
de um peito que andava descrente
.
Glória Salles & Lena Ferreira
terça-feira, 8 de março de 2011
“Renascendo”
Da janela que se abre, veio recado
do vento.
Mostrando que podemos, na semente
do sorriso.
Esse solo arenoso, transformar num
paraíso.
Esse amor, ara a terra e a torna
produtiva.
Torna férteis os sonhos, que nós
acalentamos.
Faz brotar e florescer, o amor que
semeamos.
Sob teu olhar renasço, todo prisma
rematizo.
E o amor que é puro viço, pela vida
desfrutamos.
Glória Salles
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Duo com Ibernise "Outono da saudade"
Minha lindaaaaaaaaaaaaaa.
Quanta alegria e quanta honra estar
contigo nesse soneto.
Aprendo contigo a cada dia,
e ó que ja faz tempo...rs
Obrigada
Beijossssssss
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
"Utopia..."
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
“O Rio chora...”
“O Rio chora...”
Porque não há serenidade para o temor
E a calmaria para o repouso da fadiga
De quem com calos nas mãos labuta
De quem com calos nas mãos labuta
Pedindo apenas direitos a seu favor?
Porque o som ensurdecedor das armas
No morro dos homens de bem e sem opção
Indigna vida de quem vê os filhos dizimados
Ensangüentando as horas de aflição?
Porque não inverter o jogo e a trajetória
Acabar com a putrefação de privilegiados
Que articulam os fios de angústia do povo
Revendo salários elevados, por nós pagos?
Revendo salários elevados, por nós pagos?
Certamente o Cristo de braços abertos chora
Provendo refugio ao cidadão cansado de mortes
Atento a quem de fato faz do Rio a historia
E assistindo a omissão dos que lhes deviam suportes...
Glória Salles
28 novembro 2010
22h08min
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
I Congresso de Poetas Virtuais
I Congresso de Poetas Virtuais
Santo Antônio de Pádua RJ
Participei desta Antologia, com muito orgulho.
Glória Salles
sábado, 28 de agosto de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
“Tem explicação?”
“Tem explicação?”
Como explicar esse terno compartilhar
Emoções difundidas nas letras dos versos
E derramar-se em sentimentos ingênuos
Se no seu coração eu sou ninguém?
Como explicar a angustia camuflada
Em palavras gentis às vezes silenciadas
E o compelido sorriso quando você vem
E deixa rastros de sua luz na minha poesia?
Como explicar o coração extasiado, em festa.
Só por sabê-lo bem e feliz, ainda que assim.
Aceitando a renuncia de impor minha presença
E apenas seguir seus passos no silencio de mim?
Como ficar feliz acariciando esse pouco, ou nada.
De saber-me, só letras vagando num verso sem rima?
Glória Salles
13 maio 2010
19h02min
domingo, 25 de julho de 2010
"Nosso trato" Glória Salles e Replica de Damáris Lopes - "Assino nosso trato"
“Nosso trato”
.
Fixamos um trato, meu coração e eu
Não nos lambuzarmos em palavras de mel
Que naufraguem sonhos, em pleno apogeu
num mar de ilações, onde o doce vira fel
.
Não pulsar ,desesperados por um querer incerto
Nem nas grades do desejo deixar-nos arrebatar
Conhecer nossos limites, ir no âmago do afeto
Desse elixir suave nunca mais nos embebedar
.
Não nos deixar levar nas asas de todo vento
Pois nadar nas ondas da loucura é tormento
E por mais que nos custe ver na razão o viés
.
Não respirar emoções, cujo ar não nos furta
Pois sentimento qualquer, é feito coberta curta
“Quando a cabeça aquece, congela-nos os pés...”
.
Fixamos um trato, meu coração e eu
Não nos lambuzarmos em palavras de mel
Que naufraguem sonhos, em pleno apogeu
num mar de ilações, onde o doce vira fel
.
Não pulsar ,desesperados por um querer incerto
Nem nas grades do desejo deixar-nos arrebatar
Conhecer nossos limites, ir no âmago do afeto
Desse elixir suave nunca mais nos embebedar
.
Não nos deixar levar nas asas de todo vento
Pois nadar nas ondas da loucura é tormento
E por mais que nos custe ver na razão o viés
.
Não respirar emoções, cujo ar não nos furta
Pois sentimento qualquer, é feito coberta curta
“Quando a cabeça aquece, congela-nos os pés...”
.
- Glória Salles –
06 agosto 2010
(Réplica)
Assino Nosso Trato
Melado mel que flamba ao rubro caldo
Decanta meu eu a favor do turvo pacto
E o corpo bailarino que dirige o palco
Decreta ao amor duras cláusulas neste ato.
Cumpridor sou das veias do querer
Aceito o pulsar menor do universo
Ao sufocar desejos deterás teu ser
Provável assim, num amor submerso.
Sofrer diminuto não sobrepõe à regra
Avesso aventureiro afiança teu viver
Por fim, curvo-me quieto à lei do bem
Nosso trato finca rédeas a tua entrega
Terás a pena pelo amor que merecer
Melhor assim, que pulsar por ninguém.
- Damáris Lopes –
Melado mel que flamba ao rubro caldo
Decanta meu eu a favor do turvo pacto
E o corpo bailarino que dirige o palco
Decreta ao amor duras cláusulas neste ato.
Cumpridor sou das veias do querer
Aceito o pulsar menor do universo
Ao sufocar desejos deterás teu ser
Provável assim, num amor submerso.
Sofrer diminuto não sobrepõe à regra
Avesso aventureiro afiança teu viver
Por fim, curvo-me quieto à lei do bem
Nosso trato finca rédeas a tua entrega
Terás a pena pelo amor que merecer
Melhor assim, que pulsar por ninguém.
- Damáris Lopes –
terça-feira, 20 de julho de 2010
“O que ficou do “alheio”
“O que ficou do “alheio”
Não posso acreditar que caí nesse engano
No teor expressivo que nos versos empregas
Se fui apenas teu vicio... Teu desejo insano
Fui passional e inteira nas minhas entregas
Se teu cansaço, minhas águas não curaram
Se perdida de amor, só consegui ver miragem
Se apenas o prazer do meu corpo te ataram
Então na varanda não haverá mais aragem
Dos teus veículos desço mesmo em movimento,
Nem vou na alma reter nenhum sentimento
Mas neste ardiloso jogo, não serei arrebatada
A varanda que um dia foi de sonhos, permeio
Servirá só de abrigo, pras sobras do “alheio”
Tuas noites pra sempre de solidão fadada.
Glória Salles
segunda-feira, 28 de junho de 2010
“Presenças ausentes”
“Presenças ausentes”
A canção das águas toca a baía
E se faz espelho do horizonte rubro
Que se despede do esplendido azul
Nesta hora mágica o silencio é benção
A cálida tarde convida, sugere.
O delírio de segurar os sonhos
Que se ajeitam dentro da alma
Entorpecidos em intimas paragens
Caminho, lenta por meus poentes.
Acompanhada de ausentes presenças
Despeço-me do dia, da solidão escoltada.
Recebo o palato blues do ocaso dolente
Fotografo na retina o lirismo do cenário
Entrego-me silente à poesia da noite
Coração acalentado pelo ruído do mar
Promessa sutil de manhãs de sol e sal
Glória Salles
26 agosto 2009
22h03min
quarta-feira, 16 de junho de 2010
"Chove amor em nós..." - Soneto
“Chove
amor em nós…”
Quero dias recheados de
pura languidez
Sem limitar momentos, amar-te sem hora marcada
Ser recompensa, não questionar se é insensatez
Só ver-me nos teus olhos límpidos, mergulhada
E na privacidade perigosa do teu quintal
Dar-te tudo de mim, entregue... Suplicante
Sem preço, sem medo de um precipitado final
Por temer ser essa, uma paixão rompante
Desses nossos momentos na chuva, quero mais
Porque esse amor ao vento, não apaga nosso fogo
E a brisa, acende o braseiro ainda mais...
E que venha mais dessa emoção quase palpável
Quero senti-las, no som da tua voz ofegante e rouca
- Quero mais de você, nesse futuro viável.
Sem limitar momentos, amar-te sem hora marcada
Ser recompensa, não questionar se é insensatez
Só ver-me nos teus olhos límpidos, mergulhada
E na privacidade perigosa do teu quintal
Dar-te tudo de mim, entregue... Suplicante
Sem preço, sem medo de um precipitado final
Por temer ser essa, uma paixão rompante
Desses nossos momentos na chuva, quero mais
Porque esse amor ao vento, não apaga nosso fogo
E a brisa, acende o braseiro ainda mais...
E que venha mais dessa emoção quase palpável
Quero senti-las, no som da tua voz ofegante e rouca
- Quero mais de você, nesse futuro viável.
Glória
Salles
quarta-feira, 2 de junho de 2010
“Sem respostas” – Soneto
“Sem respostas” – Soneto
Avaliar porque falhou aquele instante
Fragmentar resquícios de memória
É como fugir sem endereço, meio errante
Buscar explicação, nos pedaços da historia
O sonho irrealizado, as palavras não ditas
Perderam-se nos labirintos do nosso universo
Inescrutáveis momentos, lembranças distintas
Deixadas ou perdidas nas frases de cada verso
Tentar entender o vazio esquecido em cada vão
É num corpo desprovido de alma, procurar calor
E nesta casta ambigüidade, reformular a dor
Muito menos doloroso seria não buscar razão
Ou esquecer num canto, os detalhes de nós
Sigo sem respostas, vendo o brilho da lua, a sós...
Glória Salles
Avaliar porque falhou aquele instante
Fragmentar resquícios de memória
É como fugir sem endereço, meio errante
Buscar explicação, nos pedaços da historia
O sonho irrealizado, as palavras não ditas
Perderam-se nos labirintos do nosso universo
Inescrutáveis momentos, lembranças distintas
Deixadas ou perdidas nas frases de cada verso
Tentar entender o vazio esquecido em cada vão
É num corpo desprovido de alma, procurar calor
E nesta casta ambigüidade, reformular a dor
Muito menos doloroso seria não buscar razão
Ou esquecer num canto, os detalhes de nós
Sigo sem respostas, vendo o brilho da lua, a sós...
Glória Salles
segunda-feira, 17 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
"Angelicais"
Querido amigo e poeta Marçal.
É um prazer incomparável dividir com tão
É um prazer incomparável dividir com tão
brilhante poeta, o mesmo espaço.
Fundir as idéias, e depois ler algo tão elaborado,
estético e harmônico.
Estar contigo nessa parceria só me dá orgulho.
Obrigada!
Glória Salles
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Que saudade de estar aqui no meu cantinho.
Que saudade do carinho dos amigos.Foi muito importante estarna ilha de Paquetá RJ,
lugar encantador, e cheio de historias.
E muito especialmente porque este soneto acima
saiu no Livro Antologia " Á flor da pele".
Meu primeiro trabalho publicado em livro (ANTOLOGIA).
Estou feliz, por isso, e por estar aqui...
Bjo,bjo
SOU POEMAS À FLOR DA PELE IV
quarta-feira, 7 de abril de 2010
"A espera"

por problemas pessoais,e de saúde.
Agradeço a gentileza da visita.
Saiba que ter você aqui,
faz meu dia melhor.
Te beijo com carinho...
Glória.
Vou estar em Paquetáaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...
quarta-feira, 24 de março de 2010
“Alma nua”
“Alma nua”
Há lugares longínquos, bucólicos.
Dias bordados em sigilosas tramas.
Pensamentos sobrevoando, insólitos.
No oposto das esperas insanas...
Casulo, textura de incerto alvor.
Que só meu pensamento alcança.
Dentro das horas, silêncio arrasador.
Que acaricia réstias de esperança...
Despida de qualquer sentimento fugaz.
Peito latente, esperança miúda e crua.
Onde mergulho assim, de alma nua...
Apalpando presságios, divisando paz.
Desvarios voláteis, respirando perfume.
No olhar, o crepúsculo, concebendo lume...
Glória Salles
Há lugares longínquos, bucólicos.
Dias bordados em sigilosas tramas.
Pensamentos sobrevoando, insólitos.
No oposto das esperas insanas...
Casulo, textura de incerto alvor.
Que só meu pensamento alcança.
Dentro das horas, silêncio arrasador.
Que acaricia réstias de esperança...
Despida de qualquer sentimento fugaz.
Peito latente, esperança miúda e crua.
Onde mergulho assim, de alma nua...
Apalpando presságios, divisando paz.
Desvarios voláteis, respirando perfume.
No olhar, o crepúsculo, concebendo lume...
Glória Salles
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