
"Retalhos da Alma"
Nos braços da poesia me desnudo
Singrando esses mares, verso livre.
Sonho audaz, num embalo absurdo.
Sem rota, nem direção, a alma vive.
A poesia me redime, pôe em festa.
O meu coração que é só harmonia.
Quando os versos entram pela fresta.
Toda a vida vira pura melodia.
Em rimas viscerais, vou caminhando.
Ecoando a voz nesse silencio profundo.
Os retalhos da alma, juntando.
Bordando versos, colorindo o mundo.
26 julho 2008